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ABSTRACIONISMO -Definição

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Em sentido amplo, abstracionismo refere-se às formas de arte não regidas pela figuração e pela imitação do mundo. Em acepção específica, o termo liga-se às vanguardas européias das décadas de 1910 e 1920, que recusam a representação ilusionista da
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   STR CIONISMO 1) Definição2) Manifestos3) Crítica ARTES – IFSC/CRICIÚMA – JONATHAN BRAGA (J.)  ABSTRACIONISMO - Definição Em sentido amplo, abstracionismo refere-se às formas de arte não regidas pela figração e pela imitação do mndo! Emacepção específica, o termo liga-se às "angardas erop#ias das d#cadas de 1$1% e 1$2%, &e recsam a representação ilsionista danatre'a! ( decomposição da figra, a simplificação da forma, os no"os sos da cor, o descarte da perspecti"a e das t#cnicas demodelagem e a reeição dos ogos con"encionais de sombra e l', aparecem como traços recorrentes das diferentes orientaç*esabrigadas sob esse r+tlo! nmeros mo"imentos e artistas aderem à abstração, &e se torna, a partir da d#cada de 1$3%, m dos ei.oscentrais da prodção artística no s#clo //!0 possí"el notar das "ertentes a organi'ar a ampla gama de direç*es assmidas pela arte abstrata! ( primeira, inclinada aopercrso da emoção, ao ritmo da cor e à e.pressão de implsos indi"idais, encontra sas matri'es no e.pressionismo e no fa"ismo! (segnda, mais afinada com os fndamentos racionalistas das composiç*es cbistas, o rigor matemtico e a depração da forma,aparece descrita como abstração geom#trica! (s "angardas rssas e.emplificam as das "ertentes assili 4andins56 71899-1$::),representante da primeira, # considerado pioneiro na reali'ação de pintras não-figrati"as com ;rimeira (&arela (bstrata 71$1%) e as#rie mpro"isaç*es 71$%$<1$1:)! =e mo"imento em direção à abstração inspira-se na msica e na defesa de ma orientação espiritalda arte, apoiada na teosofia! Em torno de 4andins56 e >ran' Mac 7188%-1$19) organi'a-se, na (leman?a, o Der @lae Aeiter BCa"aleiro ('l, 1$11, grpo do &al participam (gst Mac5e 7188-1$1:) e ;al 4lee 718$-1$:%), e se apro.imam as pes&isasabstratas de Aobert Delana6 7188F-1$:1) e o simbolismo místico do c?eco radicado em ;aris >rantise5 4p5a 7181-1$F)!4asimir Male"ic? 7188-1$3F) # m dos maiores e.poentes da arte abstrata geom#trica! Go boo do sprematismo, 1$1F,defende ma arte comprometida com a pes&isa met+dica da estrtra da imagem! ( geometria sprematista se apresenta nosc#lebres Hadrado ;reto =prematista 71$1:<1$1F) e Hadrado @ranco sobre >ndo @ranco 71$18)! ( obra de Male"itc? tem impactosobre o constrti"ismo de (le.ander Aodc?en5o 718$1-1$F9) - "er Gegro sobre Gegro 71$18) - e o realismo dos irmãos (! ;e"sner 71889-1$92) e G! Iabo 718$%-1$)!  neoplasticismo de ;iet Mondrian e J?eo "an Doesbrg indica otra tendKncia da abstraçãogeom#trica!  mo"imento se organi'a em torno da re"ista De =til B Estilo, 1$1, e tem o prop+sito de encontrar no"a forma dee.pressão plstica, liberta de sgest*es representati"as! (s composiç*es se articlam com base em elementos mínimos a lin?a reta, oretLnglo e as cores primrias - a'l, "ermel?a e amarela -, al#m da preta, branca e cin'a! (s id#ias est#ticas defendidas em De =tilre"erberam nos grpos Cercle et Carr# 71$3%) e (bstraction-Cr#ation 71$31), na >rança, e no Circle 71$3), na nglaterra!Depois da =egnda Ierra Mndial 71$3$-1$:F), a Eropa e os Estados nidos assistem a desdobramentos da pes&isaabstrata!  tac?ismo erope, tamb#m associado à abstração lírica, apresenta-se como tentati"a de speração da forma pela  ltrapassagem dos contedos realistas e dos formalismos geom#tricos! s trabal?os de Nans Nartng 71$%:) e ;ierre =olages 71$1$)ap+iam-se sobretdo no gesto, en&anto nas obras de Oean >atrier 718$8-1$9:) e Oean Dbffet 71$%1-1$8F) - e nos trabal?os de (lberto @rri 71$1F-1$$F) e (ntoni Jàpies 71$23-2%12) - a pes&isa incide preferencialmente sobre a mat#ria! Gos Estados nidos, aabstração gan?a força com o e.pressionismo abstrato de Oac5son ;olloc5 71$12-1$F9) e illem de 4ooning 71$%:-1$$) - &e descartatanto a noção de composição, cara à abstração geom#trica, &anto a abstração lírica -, as grandes e.tens*es de cor não modlada de@arnett GePman 71$%F-1$%) e Mar5 Aot5?o 71$%3-1$%) e a pintra com cores planas e contornos marcados de EllsPort? 4ell6 71$23)e 4ennet? Goland 71$2:)!  minimalismo de Donald Odd 71$28), Aonald @laden 71$18-1$88) e Jon6 =mit? 71$12-1$8%) - tribtrio dema "ertente da arte abstrata norte-americana &e remonta a (d Aein?ardt 71$13-1$9), Oasper Oo?ns 71$3%) e >ran5 =tella 71$39) -retoma as pes&isas geom#tricas na contramão da e.berLncia romLntica do e.pressionismo abstrato!Go @rasil, as obras de Manab Mabe 71$2:-1$$) e Jomie ?ta5e 71$13) apro.imam-se do abstracionismo lírico, &e temadesão de Cicero Dias 71$%-2%%3) e (ntonio @andeira 71$22-1$9)! Gos anos 8%, obser"a-se ma apropriação tardia da obra de4ooning na prodção de Oorge Iinle 71$:-1$8)!  p+s-minimalismo, por sa "e', ressoa em obras de Carlos >aardo 71$:1), Oos#Aesende 71$:F) e (na Maria Ja"ares 71$F8)! Em termos de abstração geom#trica, são mencionados os artistas renidos no mo"imentoconcreto de =ão ;alo 7Irpo Aptra) e do Aio de Oaneiro 7Irpo >rente) e no neoconcretismo! Disponí"el em Q?ttp<<enciclopedia!itacltral!org!br<termo3:<abstracionismoR (cessado em %$<%8<2%1%  MANIFESTOS - NEO!ASTICISMO Primeiro manifesto De =til 71$18)1! N dois con?ecimentos dos tempos m antigo e m no"o!  antigo se dirige para o indi"idalismo!  no"o se dirige ao ni"ersal! (lta do indi"idal contra o ni"ersal se re"ela tanto na gerra mndial &anto na arte de nossa #poca!2! ( gerra destr+i o mndo antigo com o se contedo a dominação indi"idal sob todos os pontos de "ista!3 ( arte no"a atali'a o &e est contido no no"o con?ecimento dos tempos proporç*es igais do ni"ersal e do indi"idal!:!  no"o con?ecimento dos tempos est prestes a se reali'ar em tdo, mesmo na "ida e.terior!F! (s tradiç*es, os dogmas e as prerrogati"as do indi"idalismo 7o natral) se op*em a esta reali'ação!9!  obeti"o da re"ista de arte De =til # apelar para todos a&eles &e acreditam na reforma da arte e da cltra para ani&ilar tdo o&e impede o desen"ol"imento, do mesmo modo &e fi'eram no campo da arte no"a sprindo a forma natral &e contraria a pr+priae.pressão da arte, a conse&Kncia mais alta de cada con?ecimento artístico!! s artistas de ?oe tomaram parte na gerra mndial no domínio espirital, impelidos pelo mesmo con?ecimento contra asprerrogati"as do indi"idalismo o capric?o com todos a&eles &e combatem espiritalmente o materialmente para a formação dema nidade internacional na Sida, na (rte e na Cltra!8!  +rgão De =til, fndado com esse fim, dispende todos os ses esforços para tornar clara a no"a id#ia da "ida! ( colaboração detodos # possí"el pelo en"io do nome, endereço, profissão à nossa redação, como pro"a de assentimentoT contribiç*es 7críticas,filos+ficas, ar&itetrais, científicas, literrias, msicais, etc!, assim como reprodç*es fotogrficas) para o peri+dico mensal De =tilTtradção em todas as língas e pblicação das id#ias pblicadas em De =til!J?eo "an Doesbrg, pintor< Aobt "anUt Noff, ar&iteto< Silmos Ns'ar, pintor< (nton6 4o5, poeta< ;iet Mondrian, pintor< I! Santongerloo,escltor< Oan ils, ar&iteto!  Segundo manifesto Neoplasticista De =til 1$2% ( literatra organismo da literatra contemporLnea "i"e ainda do sentimentalismo de ma geração debilitada! ( pala"ra est mortas clic?Ks natralistas e os filmes dramticos de pala"ras &e os fabricantes de li"ros fornecem aos metros e aos &ilos não contKmnen?m dos no"os aspectos de nossa "ida! ( pala"ra impotente ( poesia asmtica e sentimental V o e e o ele V &e # perpetrada em toda parte e principalmente na Nolanda est sob a inflKncia dem indi"idalismo temente do espaço! resído fermentado de m tempo "el?o e &e nos enc?e de t#dio! ( psicologia na nossa literatra romanesca reposa apenas na imaginação sbeti"aT a anlise psicol+gica e a ret+rica confsa matarama significação da pala"ra! Essas frases cidadosamente colocadas ma ap+s otra e ma debai.o da otra, essa fraseologia seca na &al os realistas antigosapresenta"am sas e.periKncias limitadas a si mesmos, são inteiramente impotentes e não podem e.primir as e.periKncias coleti"as denosso tempo! =egindo a antiga concepção da "ida, os li"ros se baseiam no comprimento, na dração, são "olmosos a no"aconcepção da "ida reside na profndidade e intensidade e assim &eremos a poesia!;ara constrir literariamente os mltiplos acontecimentos em tomo de n+s, # necessrio &e a pala"ra sea reconstitída ao mesmotempo como som e como id#ia! =e na antiga poesia, pela dominação dos sentimentos relati"os e sbeti"os, a significação intríseca dapala"ra foi destrída, &eremos por todos os meios ao nosso alcance Va sinta.e, a pros+dia, a tipografia, a aritm#tica, a ortografiaVdar ma no"a significação da pala"ra e ma no"a força à e.pressão! ( dalidade entre prosa e poesia não pode sbsistirT a dalidade entre o contedo e a forma não pode sbsistir! Então, para o escritor moderno, a forma ter ma significação diretamente espirital, ele não descre"er nen?m acontecimento, não descre"er nadaescre"er!Aecriar na pala"ra o coleti"o dos fatos nidade constrti"a do contedo e da forma! Contamos como apoio moral e est#tico de todosa&eles &e colaboram na reno"ação espirital do mndo!We6den-Nolanda, abril 1$2% J?eo "an Doesbrg<;iet Mondrian<(nion6 4o5
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